“Valores e consumo de moda” – Portuguesas optam pelo estilo clássico


Esta afirmação é feita tendo em conta os resultados do estudo “Valores e consumo de moda” realizado pelo Centro de Estudos em População, Economia e Sociedade (CEPESE), da Universidade do Porto. Concluiram que não é só o aspecto estético que é determinante a compra, mas também os valores a que as mulheres dão prioridade.

“A nossa intenção foi relacionar os valores com o consumo de determinados estilos de moda, para perceber se uma coisa tem influência na outra. E a nossa conclusão é que, de facto, essa relação existe entre as portuguesas”, explica Isabel Cantista, uma das autoras do estudo “Valores e consumo de moda”.
Para efectuar o estudo foram definidos os quatro estilos de moda básicos: o clássico, o romântico, o desportivo e o ‘trendy’. Com base num questionário distribuído por algumas associações de mulheres e numa escala de 11 valores utilizada em estudos de marketing, determinou-se a relação entre o estilo e a escala de valores de cada uma.
O estilo mais votado entre as inquiridas foi o estilo clássico, estas mulheres colocam no topo da escala de valores a realização pessoal através do trabalho, tem como prioridade de vida a sua realização profissional e assim adoptam uma imagem mais formal.
O estilo ‘trendy’, o segundo preferido, está associado a consumidoras que dão maior importância ao lazer e ao divertimento. As que optam por uma moda desportiva, colocam no topo da escala o valor “segurança”. Já o estilo romântico é a escolha daquelas para quem as relações humanas calorosas são um aspecto determinante na vida.
“Conhecer estas características pode ser importante para as empresas, uma vez que lhes permite conhecer, de modo mais fiável, aquilo que leva o consumidor a adquirir determinado produto e a não reparar sequer noutro”, explica Isabel Cantista. A investigadora da Universidade do Porto acredita que este estudo pode ajudar a perceber a relação entre marca, estilo e público-alvo e, como tal, auxiliar as empresas da área da Moda a não só criar, como a publicitar um produto. “Ao saber o que é importante para uma mulher com estilo mais clássico, mais fácil se torna criar uma determinada linha de produtos, que vá de encontro aos gostos e valores dessa mulher”, refere.”
De salientar que, numa perspectiva de consultadoria de imagem, a determinação dos objectivos e valores do cliente no coaching inicial é determinante para um bom aconselhamento de estilo e concretização final de sucesso de uma prestação de serviços.
Fonte: Canal UP, “Estudo da U. Porto, conclui que escala de valores determina a moda” , artigo Liane Pacheco

Treinos práticos na Academia Looking

No seguimento da estrutura formativa do curso de consultadoria de imagem da Academia Looking e, no interesse que temos de que as alunas tenham várias experiências práticas ao longo da sua formação, as alunas do curso laboral de Lisboa já tiveram a oportunidade de realizar um primeiro treino com clientes sobre o teste das cores, as seis clientes que se deslocaram à Academia, receberam um teste das cores e aconselhamento sobre a conjugação de cores e a sua aplicação nos coordenados e ainda uma maquilhagem completa.

Foi também realizada uma visita a uma loja de lingerie, loja “La Perla” em Lisboa, com o objectivo de treinar o aconselhamento específico de lingerie a clientes, de acordo com a sua morfologia e objectivos específicos, assim como, conhecerem a colecção desta marca e a o treino de interacção com as assistentes de loja

Outros treinos se seguirão, estando já marcado para dia 18 de Abril, uma visita das alunas do curso laboral de Lisboa e Porto, à feira ExpoCosmética, na Exponor – Porto, com o intuito de ficarem a conhecer as marcas e produtos de cosmética disponíveis no mercado e o de incentivar a realização de contactos e parcerias pelas alunas no desenvolvimento da sua profissão de consultoras de imagem.

A Looking for Direction e antigos alunos animam workshop no Porto

A Looking for Direction foi contactada por uma associação que se dedica a organizar cursos de formação para pessoas que se encontram em situação de desemprego, de forma a facilitar a sua reinserção no mercado de trabalho, com um pedido de intervenção de um consultor de imagem, num workshop sobre a importância da imagem, para um grupo de formandas e formandos, que estavam a tirar um curso de Recepcionista de Hotel.
Foi com muito agrado que fizemos este trabalho, na medida em que, apesar de esta temática não fazer parte do currículo formativo do curso, os alunos disponibilizaram-se a ter esta formação adicional, por reconhecerem a importância que tem receberem informações sobre como potenciar a sua imagem. Perante o grupo, o trabalho do consultor de imagem não foi só o de transmitir informação, mas também o de valorizar cada um dos presentes e de aumentar a sua auto-estima pessoal, de forma a melhor enfrentarem a situação em que se encontravam e dar-lhes ferramentas para adequarem a sua imagem e forma de estar a cada entrevista a que fossem chamados.
O feedback foi bastante positivo e, no final deste workshop, foram oferecidos convites para receberem um aconselhamento personalizado na Academia Looking do Porto.

Looking for Direction anima workshop numa clínica em Lisboa

No passado dia 21 de Março, tal como foi noticiado neste blog, a Looking for Direction animou um workshop sobre a temática da importância da imagem na sociedade actual, que teve grande adesão por parte das inscritas neste club e clínica. Durante uma hora e meia, aprenderam a reconhecer a sua morfologia corporal e qual os cortes de roupa que devem usar tendo em conta os seus objectivos de imagem. Mas como é frequente, todas as senhoras que estavam a assistir tinham questões mais adequadas ao seu caso para colocar, por isso, a consultora de imagem Cila Lopes, respondeu a várias questões, como por exemplo, o que fazer para parecer mais alta; que tipo de vestido e cores usar num casamento, se para cada pessoa existem cores que as beneficiam mais do que outras e como fazemos para avaliar as cores, como fazer para as conjugar, etc. O feedback foi bastante positivo e fica a possibilidade de se realizarem novos projectos conjuntos.

A Consultadoria de Imagem é considerada como profissão do futuro pela revista “ Estética Viva. Edição Março / Abril 2009


Na revista Estética Viva, apontam a profissão de consultor de imagem como uma óptima escolha de carreira para profissionais de beleza e bem – estar (como esteticistas, maquilhadores, etc.) pelo seu conhecimento do corpo, pele e estética, mas também para profissionais de outras áreas que se interessem por estas temáticas. Para isso é preciso querer e gostar de ajudar o próximo, ter capacidade de realizar uma escuta activa e ter bom gosto e afinidade com as questões da moda, mas também é fundamental obter uma formação completa numa escola creditada.

Destacam o que se deve ter em consideração na escolha de uma escola e o curso, ou seja, deverá sempre verificar se é uma escola reconhecida por uma associação; saber qual a história e percurso da escola; o seu programa pedagógico e formativo, como é que a sua equipa formativa está constituída (quantos formadores tem, quantos tem qualificação (CAP) e a sua experiência formativa). Também é importante conhecer as instalações formativas, saber qual o sistema avaliativo final de curso e se é emitido um certificado no final do curso.

Esta é uma profissão em plena expansão em Portugal, muito devido aos vários programas televisivos que têm sido transmitidos dentro desta temática de valorização de imagem. No, entanto, à que esclarecer as diferenças entre a mudança de visual, que é o tema desses programas televisivos e é realizado pela maioria dos profissionais já existentes no mercado português à já alguns anos e, a profissão de consultor de imagem em concreto, formados para essa função.

Assim, a consultadoria de imagem serve para valorizar a imagem pessoal e profissional do cliente, tendo em consideração os seus objectivos, personalidade, comportamento e o seu potencial. O cliente é parte activa ao longo de todo o processo, uma vez que, terá que validar todas as fases da consulta de imagem, para no final se tornar completamente autónomo. Este processo requer por isso um trabalho muito próximo com o cliente, com tempo e paciência, utilizando técnicas de coaching para definir objectivos; incentivar e aumentar auto-estima do cliente; aconselhar os cortes, cores e tecidos que o vão valorizar; fazer a triagem do guarda-roupa que o cliente já tem e auxiliá-lo na organização do shopping a realizar para melhorar e aperfeiçoar a sua imagem, tendo sempre em consideração o seu orçamento disponível. Incentivar o gosto de experimentar maquilhagem ou novos penteados e dar-lhe os conhecimentos necessários para os manter no futuro.

Pelo contrário, a mudança de visual é normalmente feita em apenas algumas horas, no máximo um dia, em que o cliente sofre uma transformação de acordo com as tendências do momento e gostos pessoais do profissional que os acompanha, raramente tendo em conta os objectivos e gostos do cliente. Este tipo de trabalho dá origem ao efeito “estrela do dia”, em que o cliente tem um momento de euforia porque ficam diferentes, mas logo a seguir sentem uma grande desilusão, porque tomam consciência que a sua realidade não é aquela, não tem roupas no guarda-roupa para manter essa imagem, o penteado não se adequa á sua personalidade e meio profissional ou que não tem orçamento para acompanhar as dicas dadas. O que pode provocar um retrocesso ainda maior na auto-estima e confiança, aumentando as probabilidades de estados depressivos e abandono pessoal.
Aconselha-se portanto todos os que procuram um consultor de imagem, a conhecer também os seus antecedentes profissionais, se tem formação creditada e pesquisar todos os serviços disponíveis, para não correr o risco de ficar desiludido com o resultado final.

A EQUIPA DA ACADEMIA LOOKING


Uma equipa formativa international

Véronique Barreau
– Formadora Francesa
Directora da Academia / Mestre em Psicologia da Formação Consultora de Imagem / Responsável Formação IDRI
Presidente do RICI Internacional / Membro do AICI
Ver site http://www.veroniquebarreau.com/

Henrique Silva

Director da Academia / Formado em Webdesign Consultor Comunicação / Responsável Pedagógico
Presidente RICI Lusófono / CAP Formador

Ana Anjos
Psicóloga das Organizações Coach CAP Formadora

Conceição Carvalho
Maquilhadora Profissional (20 anos na RTP) EsteticistaCAP Formadora

Dora Dias
Licenciada em Design de ModaConsultora de Imagem / Produtora de ModaCAP Formadora

Maria Crespo – França!
Consultora de Imagem Certificada pelo IDRI

Maria Gueifão
Formadora Protocolo
CAP Formadora

Sérgio Guerreiro
Licenciado em Relações internacionais Pós Graduação em Recursos Humanos CAP Formador
Coach Internacional Certificado pela Int. Coach Community (ICC) Membro da International Association Coaching (IAC)

Vasco Santos
Cabeleireiro CAP Formador
Formador Wella/Redken/Chihtsai / Membro da Intercoifffure

Cila Lopes
Consultora de imagem

Sophie Pereira – França!
Consultora de imagem
Directora da agencia Esprit de Soi em Paris


Revista Exame de Março 09


Artigo “Espelho meu, espelho teu”
“O vestuário formal continua a dominar o universo executivo, tirando folga só à sexta-feira.”

Um artigo que fala sobre o dress-code empresarial, no facto de que como são precisos apenas 30 segundos para captar a impressão de uma pessoa, …. convém que a sua roupa corresponda o mais possível à sua identidade e às expectativas que os outros tem de si, para não correr o risco de ser mal interpretado.” , dito por Heather Pickering, especialista britânica de etiqueta e protocolo.

A escolha do vestuário deverá respeitar a cultura da empresa, o que significa que numa empresa mais criativa como na área da arquitectura, publicidade, informática e design, o vestuário poderá ser mais informal, mas em empresas na área financeira, de advocacia e comercial de produtos e serviços, porque há uma interacção muito próxima com o cliente que exige seriedade e formalidade, por exemplo, na Accenture, o dress-code que adoptaram permite também que os colaboradores se sintam mais próximos aos valores da empresa e mais facilmente vão transmitir essa identificação para o exterior.

Por outro lado, na Vodafone, sentiu-se a necessidade de ajustar o seu objectivo de comunicação para com o cliente e também ao facto de que o seu quadro de colaboradores se tornou cada vez mais jovem, alargando o conceito de casual friday a todos os outros dias da semana, mas com o cuidado de não cair em extremos da informalidade. Se bem que continuam a aconselhar os seus quadros superiores e de departamentos comerciais a utilizar o fato para os homens e para as senhoras, o conjunto de saia e casaco ou vestido e pequenos acessórios.
Segundo Veronique Barreau, consultora de imagem da Looking for Direction, ao uniformizar o vestuário, o dress-code permite também diminuir as diferenças entre os próprios trabalhadores, “não é por acaso que às sextas-feiras se percebe quem é que tem mau gosto.”

Na Accenture, o dress-code é aplicado a nível internacional, mas adaptado à realidade e cultura de cada país. Todos os colaboradores têm conhecimento destas regras de vestuário na altura do seu recrutamento. Isabel Amaral, especialista em etiqueta, aconselha que no início de carreira, as pessoas devem vestir-se de acordo com o que querem ser e não como aquilo que são, há que usar todas as técnicas para o sucesso no futuro.